
| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| SubOrdem: | Passeri |
| Parvordem: | Passerida |
| Família: | Thraupidae |
| Cabanis, 1847 | |
| Espécie: | T. viridis |
A saí-andorinha é uma ave passeriforme da família Thraupidae. Um dos mais belos passáros de nosso país, o saí-andorinha tem formato do corpo e cabeça peculiares. Bicos curtos, terminando em uma pequena ponta, com uma boca grande e larga.
O macho desta espécie é azul-brilhante com a cara e a garganta negra.
A fêmea e o macho juvenil são esverdeados, em tom brilhante nas costas e amarelado nas partes inferiores. Nos dois sexos, há uma série de riscas escuras na plumagem ventral, branca no centro da barriga do macho e amarelada na fêmea.
Possui um forte chamado metálico de contato, sendo muitas vezes escutada antes da primeira visualização.
Alimenta-se de frutos e insetos, apanhando esses últimos em vôos a partir de galhos expostos. Raramente aproxima-se do chão, exceto para apanhar um inseto em vôo ou para nidificar.
Escava barrancos e faz o ninho no final do túnel. Outro hábito característico é o gregarismo da maior parte do ano. As fêmeas fazem o ninho, chocam e cuidam dos filhotes praticamente sozinhas. Os machos ficam de sentinela a maior parte do tempo, sem envolver-se muito na criação dos filhotes. Após a reprodução retornam aos bandos, os quais podem chegar a algumas dezenas ao redor de árvores frutificando.
Devido ao formato do bico e cabeça, é capaz de apanhar vários frutos, carregando-os para um poleiro mais escondido. Os frutos com caroço muito grande para ser engolido tem a polpa retirada no esôfago e são cuspidos. É um excelente dispersor de sementes.
Surge e desaparece sem que ainda tenha tido o comportamento migratório bem determinado.