
| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Psittaciformes |
| Família: | Psittacidae |
| Rafinesque, 1815 | |
| Espécie: | C. spixii |

Atualmente, não resta nenhum exemplar na natureza e cerca de 85 em cativeiro. Desde o início da década de 1990 há um projeto para a localização de outros indivíduos e a recuperação da espécie pela reintrodução na natureza daqueles atualmente em cativeiro. Houve a tentativa de acasalamento de um macho, última ave em liberdade, com uma fêmea nascida em cativeiro, mas não houve sucesso, pois o macho morreu em 2000. Também não foram localizados novos indivíduos. Assim, a espécie está extinta na natureza, o que não é muito diferente de extinção total, já que os hábitos naturais da espécie não são preservados nas aves nascidas ou há muito tempo em cativeiro.
Alimenta-se de frutos e sementes, gostando de empoleirar-se sobre as pontas dos galhos secos. Realiza migrações locais, quando freqüenta também buritizais.
A espécie fazia ninhos em grandes buracos nos troncos de árvores, principalmente em caraibeiras.
O hábitat natural da ararinha-azul é a caatinga seca e as florestas ciliares abertas de pequenos afluentes temporários do rio São Francisco.
Encontrada exclusivamente no Brasil. Originalmente a espécie ocorria no extremo norte da Bahia, ao sul do rio São Francisco, na região de Juazeiro.