
| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Psittaciformes |
| Família: | Psittacidae |
| Rafinesque, 1815 | |
| Espécie: | D. nobilis |

A maracanã-pequena é um Psittaciforme da família Psittacidae. Também conhecida como arara-nanica, ararinha-nanica, maracanã e maracanã-nobre.
Não é considerada como sendo ameaçada e não é muito frequente em cativeiro.
A maracanã é realmente uma ararinha. Distinguível pela testa azulada, pele branca nos lados do bico e ao redor dos olhos, ombro e parte média da asa vermelhos, extremo da asa azul. Em vôo vê-se a base da asa vermelha, borda da asa amarela e rabo oliva-dourado. A pele nua em volta dos olhos é característica típica de seu grupo. Existem 3 subespécies no Brasil, sendo que ssp. nobilis, que ocorre no extremo norte, nos estados do AM, PA, AP e RR tem o bico todo escuro, enquanto que as outras duas, cumanensis e longipennis, que ocorrem abaixo do rio Amazonas, tem a maxila clara e apenas a mandíbula é escura.
Come coquinhos de palmeiras silvestres e frutos, principalmente o caroço, que tritura com seu possante bico.
Nidifica em cavidades de árvores e palmeiras, e em cupinzeiros entre fevereiro e junho. O casal fica sempre junto. A arara-nanica põe de 2 a 4 ovos que são chocados principalmente pela fêmea, durante cerca de 24 dias.
Comum. Habita uma variedade de ecosistemas, incluindo cerrado, buritizais, beira de matas, caatinga, e plantações, até 1400 metros. Vive normalmente em pares e em grandes bandos fora da época reprodutiva. Pode ser vista com frequencia mesmo em grandes cidades como a cidade de São Paulo, porém, neste caso, como espécie introduzida.
Região Nordeste, Mato grosso, Goiás, São Paulo e Rio de Janeiro. Vive também no leste dos Andes, Venezuela, Guianas, centro-oeste da Bolivia, e sudeste do Peru.